A origem da coxinha

A origem da coxinha A coxinha é um salgadinho brasileiro, de origem paulista, também comum em Portugal, feito com massa de farinha de trigo e caldo de galinha, que envolve um recheio elaborado com carne temperada de frango, queijo, calabresa ou vários outros tipos de sabores

Composição
Feita com massa de batata, a coxinha é tradicionalmente recheada com carne de frango cozida e desfiada, podendo ter a opção de também ser recheada com requeijão cremoso, tal qual o catupiry, junto ao frango. Modelada em forma de gota, para lembrar a coxa de galinha, a coxinha é enfarinhada com farinha de rosca e frita em óleo quente

História
A coxinha, tal qual em sua forma atual, tem sua origem no século XIX, na região da Grande São Paulo, no estado de São Paulo. Segundo historiadores da alimentação, a coxinha foi desenvolvida durante a industrialização de São Paulo, para ser comercializada como um substituto mais barato e mais durável às tradicionais coxas de galinha que eram vendidas nas portas de fábricas De São Paulo, a receita rapidamente se espalhou pelo restante do estado e logo do Brasil, já sendo popular no Rio de Janeiro e no Paraná na década de 1950.

Contos
Dizem que os antigos reis consumiam apenas as coxas do frango e uma das cozinheiras teve a ideia de envolve-las com farinha antes de assa-las para que a delicia rendesse mais, uma vez que eram tempos de muita fartura, a ideia era saciar mais os reis!
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A origem da coxinha

A coxinha é um salgadinho brasileiro, de origem paulista, também comum em Portugal, feito com massa de farinha de trigo e caldo de galinha, que envolve um recheio elaborado com carne temperada de frango, queijo, calabresa ou vários outros tipos de sabores Composição Feita com massa de batata, a coxinha é tradicionalmente recheada com carne de frango cozida e desfiada, podendo ter a opção de também ser recheada com requeijão cremoso, tal qual o catupiry, junto ao frango. Modelada em forma de gota, para lembrar a coxa de galinha, a coxinha é enfarinhada com farinha de rosca e frita em óleo quente História A coxinha, tal qual em sua forma atual, tem sua origem no século XIX, na região da Grande São Paulo, no estado de São Paulo. Segundo historiadores da alimentação, a coxinha foi desenvolvida durante a industrialização de São Paulo, para ser comercializada como um substituto mais barato e mais durável às tradicionais coxas de galinha que eram vendidas nas portas de fábricas De São Paulo, a receita rapidamente se espalhou pelo restante do estado e logo do Brasil, já sendo popular no Rio de Janeiro e no Paraná na década de 1950. Contos Dizem que os antigos reis consumiam apenas as coxas do frango e uma das cozinheiras teve a ideia de envolve-las com farinha antes de assa-las para que a delicia rendesse mais, uma vez que eram tempos de muita fartura, a ideia era saciar mais os reis!

Tanto faz o lado do papel alumínio usado?

Afinal: lado brilhoso ou lado fosco virado para dentro? O Kozinharvai te mostrar qual o lado correto do papel-alumínio para a finalidade que você quer! Papel-alumínio é um dos papéis que não podem faltar na cozinha: é ele que ajuda a embrulhar e conservar os alimentos. Além disso, o papel-alumínio é um grande aliado na hora de assar pratos, como a carne-assada, por exemplo, impedindo que ela resseque ao longo do cozimento e contribuindo para deixá-la ainda mais suculenta! Mas, afinal de contas, qual é o lado correto do papel-alumínio? O lado fosco ou brilhante? Se você já se indagou isso, o kozinhar vai te ajudar a acabar com essa dúvida: Se você tinha o costume de colocar o lado fosco em contato com a comida, saiba que esse é o lado errado! O certo é colocar o lado brilhante para dentro!

Cozinhar macarrão, precisa ou não de óleo?

Mas a gente ensina três truques para a massa não grudar durante o cozimento Afinal, precisa colocar óleo ou azeite na panela ao cozinhar o macarrão? Pergunte a qualquer italiano da gema e a resposta será um sonoro “não!”. Apesar de ser um hábito bastante comum no Brasil, adicionar uma colherinha de azeite ou de óleo na água não ajuda em nada — até atrapalha. “Colocá-lo na água é um erro porque cria uma película escorregadia sobre a massa, o que não é bom”, explicam duas verdadeiras especialistas italianas, as veteranas Margherita e Valeria Simili, que colocam a mão na massa desde a infância e já comandaram também uma famosa escola de culinária. O que acontece é que, na hora de escorrer o macarrão, o óleo adere na massa e a deixa escorregadia, o que dificulta a aderência do molho e certamente prejudica a degustação do prato. Se a ideia é não deixar o macarrão grudento, portanto, é melhor seguir as três dicas abaixo: 1. Use uma panela grande O macarrão expande durante o cozimento; se não houver espaço, ele vai se compactar num bloco. 2. Calcule a proporção correta O segundo passo para evitar o grude é colocar bastante água, para que a massa tenha espaço para cozinhar. A regra geral é 1 litro de água para 100 g de massa. 3. Misture a massa Uma mexidinha nos dois primeiros dois minutos de cozimento ajuda a separar a massa quando ela começa a ficar revestida de amido, que é grudento e facilita a aderência.


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