Veganismo, vegetarianismo e boa comida.

Veganismo, vegetarianismo e boa comida. Sendo você um vegano, um vegetariano ou apenas um amante da gastronomia que deseja conhecer mais sobre este universo, proponho que esteja aberto às novas possibilidades e garanto que não vai se arrepender, pois, a cozinha vegetariana surpreende em sabores, texturas e novas combinações!

Mas, antes de qualquer coisa, você sabe a diferença entre vegano e vegetariano? Entender as terminologias é importante para quem vai comer e também para quem vai servir este público que vêm crescendo cada vez mais. É comum que haja confusão na compreensão do que é veganismo, vegetarianismo e diversos outros termos, mas com um pouco de prática e atenção dá pra entender rapidinho!

Olha só! Veganismo engloba filosofia e estilo de vida. Assim, quando estamos nos referindo à dieta de uma pessoa que não consome nenhum produto ou serviço de origem animal, o correto é utilizarmos o termo dieta vegetariana estrita, sendo que esta pessoa é vegana.

Já uma pessoa que em sua dieta também não consome nada de origem animal, mas não incorporou o veganismo em outros aspectos da vida, é um vegetariano. Agora, aqueles que consomem derivados de origem animal, como: ovos, leite ou mel, mas não consomem nenhum tipo de carne, são os ovolactovegetarianos.

Ufa, muita coisa né? E ainda tem mais: crudívoros, frugívoros, psitarianos e demais termos que vamos abordar em outros artigos. Mas calma! Aqui o que importa é a comida e o resto a gente vai aprendendo, tá?

Ah! Vale lembrar que vegetarianos e veganos têm diferentes razões para consolidar a escolha por estes estilos de vida e por assim ser, sua alimentação não deve ser considerada uma restrição ou dieta de emagrecimento. Vegetarianos e veganos querem comer tão bem quanto você ou um cliente comum. Por isso, é importante pensar na construção de sabores, texturas e composição do pratos e receitas! #letscook continuar lendo
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A gastronomia na tailândia

A gastronomia na tailândia A Tailândia é sem dúvida um paraíso para os que gostam da boa cozinha. A riqueza dos seus ingredientes, o requinte da apresentação, uma grande criatividade, o seu exotismo fazem da gastronomia tailandesa uma das mais ricas de todo o Oriente.

O arroz é um dos alimentos que nunca faltam na mesa tailandesa. Serve-se de múltiplas maneiras: fervido, frito ou em sopa. Na zona Norte, a variedade cultivada é mais gelatinosa, sendo mais conhecido como “arroz pegajoso”.

Os molhos preparados com vários ingredientes são garantidamente a base da gastronomia. Malaguetas, patés de caranguejo, alho e especiarias. Não se limitam a ser utilizados apenas como tempero, desempenhando um papel específico, como por exemplo o molho de peixe, (nam pla), que em muitos pratos substitui o sal. Outros utilizam-se para realçar determinados sabores, tal como o molho de ostras fermentadas ou como outros que incorporam leite de côco para suavizar os sabores.

O pequeno-almoço thai poderá surpreender pela sua abundância. Compõe-se geralmente de arroz de frango, porco, gambas com alho, acompanhados de um ovo estrelado e pepinos pequenos em vinagre. De facto, assim não é necessário o café para despertar o corpo.

O almoço é mais ligeiro e geralmente é composto por apenas um prato de arroz frito, massas com algumas sanduíches frias e verduras.

O jantar é a refeição mais importante do dia. Nele concentram-se em qualidade, quantidade e sabor, os melhores ingredientes da cozinha thai -arroz sopa, peixe ou frango, saladas, hortaliças, molhos e sobremesas.

Outro dos aspectos mais importantes é a apresentação, a delicadeza e a arte com que cada prato chega à mesa, não faltando nunca os arranjos florais nem as frutas ou verduras cortadas nas mais artísticas e formas criativas. Quando nos sentamos num restaurante, deparamo-nos com um arco-íris de cheiros, cores e sabores capazes de cativar o mais exigente dos gourmets.

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Suzane Valverde

A comida que mais amo!

Valdemiro Andrade

Valdemiroandrade


Sete coisas que você não sabia sobre a dolma do Chef

Sete coisas que você não sabia sobre a dolma do Chef 1. Ela resfria
As cozinhas em que os Chefs trabalham são geralmente quentes como o inferno. O material com que ela é feita (puro algodão), protege o corpo do calor, enquanto o Chef trabalha em um ambiente quente. No entanto, ainda é fina o suficiente para permitir que o corpo respire. Além disso, sabemos que a cor branca reflete o calor e mantém o corpo mais frio do que uma cor escura. Em um ambiente quente como a cozinha, cada grau a mais ou a menos faz diferença.

2. Ela protege
As mangas compridas protegem os cozinheiros de queimaduras, quando eles trabalham com o fogão ou o forno. Além disso, o algodão absorve tanto o suor, como os líquidos na cozinha (óleo, vapor, etc.). Para se proteger, o Chef deve ser capaz de tirar a dolma rapidamente em caso de derramento de óleo quente sobre si mesmo. O algodão absorve o líquido quente e impede que queime a pele. Materiais sintéticos não possuem essa propriedade.

3. Os botões da dolma não são apenas botões
Os botões redondos e encaixados (não costurados) têm um propósito específico. Botões normais podem derreter ou quebrar e pequenos fragmentos podem cair na comida. Os botões redondos são extremamente robustos e impedem que isso aconteça. Além disso, eles protegem o cozinheiro, porque dessa forma, em caso de emergência, o cozinheiro pode tirar a dolma com um movimento brusco, rapidamente, se óleo quente for derramado sobre ele.

4. Facilmente lavável
A dolma branca do Chef pode ser lavada facilmente e ficar bem brancas, se lavada a 90°C e nessa temperatura, até as manchas mais difíceis desaparecem. As dolmas coloridas não podem ser lavadas e esbranquiçadas tão facilmente.

5. Reversível
A dolma do Chef é mais do que uma proteção fácil de lavar, ela também pode ser usada do avesso. Se um dos lados fica manchado, pode-se simplesmente colocar o lado limpo na frente.

6. A marca registrada do Chef e um compromisso
A jaqueta do Chef é também um comunicado. A declaração sobre uma profissão que nem sempre é fácil, mas pode ser extremamente satisfatória e bela. Cozinheiros usam sua jaqueta branca com orgulho e mostram que o chef profissional não é apenas um trabalho, mas uma paixão e uma vontade de servir.

7. Uniforme da brigada
O simples fato de alguém usar uma dolma não significa que essa pessoa é um Chef, ele não é o único que usa uma dolma e sim o responsável pela brigada de cozinheiros e todos sabem, sem dúvida alguma, quem é o Chef. Ele não precisa colocar o nome “Chef” na Dolma. Nas fotos você pode ver melhor como se veste um verdadeiro Chef. Alguém não é Chef porque completou um curso. Ser Chef é um cargo de responsabilidade. continuar lendo
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Como surgiu o hábito oriental de comer com pauzinhos?

Como surgiu o hábito oriental de comer com pauzinhos? Essa tradição milenar começou na China durante a dinastia Shang, entre 1766 e 1122 a.C. Os chineses – que antes disso usavam as mãos e a faca de caça para comer – passaram a adotar os pauzinhos como talher, pois acreditavam que era falta de educação submeter os convidados a qualquer tipo de esforço durante as refeições, como ter que cortar um alimento. Os chineses consideravam um ato bárbaro servir um frango assado ou peixe por inteiro durante as refeições, costume ilustrado por um velho provérbio: “Nós sentamos à mesa para comer, não para cortar carcaças”. Chamados kuai-tzu, os pauzinhos acabaram sendo levados por chineses também para o Japão, por volta do século VII, onde ganharam o nome de hashi. No início, os japoneses utilizavam o hashi somente para oferecer alimentos às divindades, pois as mãos eram consideradas impuras para tocar a comida dos deuses. continuar lendo
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História do Sorvete

História do Sorvete A história começa com os chineses, que misturavam neve com frutas fazendo uma espécie de sorvete. Esta técnica foi passada aos árabes, que logo começaram a fazer caldas geladas chamadas de sharbet, e que mais tarde se transformaram nos famosos sorvetes franceses sem leite, os sorbets.

Nos banquetes de Alexandre, o Grande, na Grécia, e nas famosas festas gastronômicas do imperador Nero, em Roma, os convidados já degustavam frutas e saladas geladas com neve. O Imperador mandava seus escravos buscarem neve nas montanhas para misturar com mel, polpa ou suco de frutas.
O gelo era estocado em profundos poços construídos pelo povo.

Porém, a grande revolução no mundo dos sorvetes aconteceu com Marco Polo, que trouxe do Oriente para a Itália, em 1292, o segredo do preparo de sorvetes usando técnicas especiais. Assim a moda dos sorvetes espalhou-se por toda a Itália, e quando Catarina de Medici casou-se na França com o futuro Henrique II, entre as novidades trazidas da Itália para o banquete de casamento, estavam as deliciosas sobremesas geladas, as quais, encantaram toda a corte.

Mas o grande público francês só teve acesso a estas especialidades um século depois quando Francesco Procópio abriu um café, em Paris, que servia bebidas geladas e sorvete tipo sorbet.

Os sorvetes se espalharam por toda a Europa e logo chegaram também aos Estados Unidos. A primeira produção de sorvete em escala industrial ocorreu nos Estados Unidos, há 40 anos. Hoje, no mundo todo, quem mais fabrica sorvete são os norte-americanos.
No Brasil, o sorvete ficou conhecido em 1834, quando dois comerciantes cariocas compraram 217 toneladas de gelo, vindas em um navio norte-americano, e começaram a fabricar sorvetes com frutas brasileiras. Na época, não havia como conservar o sorvete gelado e, por isso, tinha que ser tomado logo após o seu preparo. continuar lendo
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Conheça os 9 países que mais praticam o veganismo atualmente

Conheça os 9 países que mais praticam o veganismo atualmente O mundo está se "veganizando", sabia? Pois é, a ideologia que estimula a preservação de todos os animais, principalmente em nosso uso alimentar, cresce cada dia mais pelos quatro cantos do planeta. Tanto que, de acordo com um artigo recente, publicado no site "Mercy for Animals" , o portal ranqueou os 9 países que mais ganham adeptos e praticantes do veganismo atualmente.

O veganismo é uma ideologia motivada muito além da alimentação. Contudo, não podemos negar, que muitos adeptos iniciam a causa motivados pelo consumo, sobretudo de carne animal, mostrando que é possível manter uma estilo de vida equilibrado e nutricionalmente substancioso preservando as espécies. O fato é que o interesse no veganismo estabelece a mais diferente razões que contribuem para este desenvolvimento, incluindo a compaixão para com os animais, o impacto ambiental e, claro, as preocupações com a própria saúde.

"Vejo o veganismo crescer a cada dia pelo aumento da procura por atendimento no consultório de nutrição. As pessoas estão muito preocupadas com a vida dos animais e também com o meio ambiente e por isso vão ate o consultório de nutrição para aliar seu estilo de vida com uma boa nutrição. A velocidade em que estabelecimentos veganos inauguram e a rapidez em que a indústria de alimentos industrializados cria opções veganas para os supermercados indicam que o veganismo está em expansão e quem ignorar perderá uma boa oportunidade de aproveitar este mercado", destaca a nutricionista Jéssica Stein, da Clínica Nutrissoma Porto Alegre, especialista em atendimento clínico e alimentação vegetariana.

Veja os países onde mais crescem o veganismo no mundo

Espanha Apesar da reputação de grandes consumidores de carne, os espanhóis começam a se adaptar às novas formas de alimentação. Um artigo publicado no "The Guardian" destacou a crescente população de vegetarianos e veganos no país. "Nos últimos anos, como o número de restaurantes veganos e vegetarianos duplicando na Espanha, há sinais de mudança. "A ideia de que devemos pelo menos comer menos carne, é cada vez mais comum na Espanha, como em muitas outras partes da Europa", destaca a publicação.

Reino Unido Pesquisas apontam que um a cada oito adultos britânicos segue as diretrizes vegetarianas ou veganas. Enquanto 12 % do total da população decidiram abandonar a carne, esse percentual sobe para 20% para as pessoas entre as idades de 16 e 24.

Suécia Cerca de 10% do país se identificam como vegetarianos ou veganos. De acordo com pesquisas da "Animal Rights Suécia", nos últimos cinco anos, o número de vegetarianos aumentou 4% no país.

Israel Em relação à quantidade de per capita, Israel pode ser considerada a "capital vegana do mundo". Um artigo publicado pela "JSpace Notícias" mostra a crescente população de veganos no país, estimando-se cerca de 300.000 pessoas, 4% da população total.

Índia Em 2013, a cidade indiana Palitana tornou-se a primeira cidade vegetariana no mundo, onde é proibido o abate de animais, assim como a venda de carne e ovos.

Alemanha Possui cerca de 7 milhões de vegetarianos e vem experimentando uma demanda crescente por produtos à base de plantas. No país existe uma cadeia de supermercados vegano – "Veganz", que tem como meta a abertura de 60 lojas até 2020, devido à demanda popular.

Canadá Os resultados de uma pesquisa de consumo de alimentos canadense refletem uma queda de quase 10% do consumo de carne desde 2001.

Estados Unidos Pode acreditar! O país do hambúrguer também se adequou ao veganismo! Nos EUA, os investidores privados estão investindo milhões em star-ups de alimentação vegana, A empresa global de pesquisa de mercado "Mintel" recentemente descobriu que 36% dos americanos compram alternativas à carne- como o abacate.

Nova Zelândia O número de veganos na Nova Zelândia também cresce rapidamente, e de acordo com um recente artigo no "New Zealand Herald", o aumento é alimentado por uma motivação para ajudar a prevenir doenças, degradação ambiental e sofrimento dos animais em fazendas industriais.

E o veganismo no Brasil? Está em qual lugar?

Ainda não há dados concretos e oficiais sobre o número de veganos no Brasil, contudo, uma pesquisa IBOPE, realizada em de outubro de 2012, revelou que 8% da população brasileira se declara vegetariana (mais detalhes em vista-se.com.br/ibope). Em número de restaurantes vegetarianos, a cidade de São Paulo é a que mais possui opções, abrigando mais de 60 opções.

"O que impede o veganismo de crescer ainda mais é o despreparo de muitos profissionais da saúde em orientar pessoas veganas. Muitas pessoas querem mudar, mas tem receio que a saúde não fique em bom estado. Já sabemos que a alimentação vegana é segura para todas as fases da vida, portanto, quem deseja deixar a carne de lado deve procurar profissionais que entendam do assunto", ressalta a Dra. Jéssica Stein. continuar lendo
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O Vinho Rosé

O Vinho Rosé Os vinhos rosés são incríveis! Além de deliciosos e lindos são super faceis de Harmonizar!

Peixes, saladas,legumes,carnes brancas e até vermelhas se encontram em perfeita sintonia com um bom vinho rosè.

Ah! queijos de mofo branco também!! Tradicionalmente da Provence, França, mas produzido em todo mundo, suas diferentes nuances, paladar delicado e elegante nos fazem uma ótima companhia em qualquer ocasião! continuar lendo
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