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A gastronomia na tailândia
6Dez2017

A gastronomia na tailândia

A Tailândia é sem dúvida um paraíso para os que gostam da boa cozinha. A riqueza dos seus ingredientes, o requinte da apresentação, uma grande criatividade, o seu exotismo fazem da gastronomia tailandesa uma das mais ricas de todo o Oriente. O arroz é um dos alimentos que nunca faltam na mesa tailandesa. Serve-se de múltiplas maneiras: fervido, frito ou em sopa. Na zona Norte, a variedade cultivada é mais gelatinosa, sendo mais conhecido como “arroz pegajoso”. Os molhos preparados com vários ingredientes são garantidamente a base da gastronomia. Malaguetas, patés de caranguejo, alho e especiarias. Não se limitam a ser utilizados apenas como tempero, desempenhando um papel específico, como por exemplo o molho de peixe, (nam pla), que em muitos pratos substitui o sal. Outros utilizam-se para realçar determinados sabores, tal como o molho de ostras fermentadas ou como outros que incorporam leite de côco para suavizar os sabores. O pequeno-almoço thai poderá surpreender pela sua abundância. Compõe-se geralmente de arroz de frango, porco, gambas com alho, acompanhados de um ovo estrelado e pepinos pequenos em vinagre. De facto, assim não é necessário o café para despertar o corpo. O almoço é mais ligeiro e geralmente é composto por apenas um prato de arroz frito, massas com algumas sanduíches frias e verduras. O jantar é a refeição mais importante do dia. Nele concentram-se em qualidade, quantidade e sabor, os melhores ingredientes da cozinha thai -arroz sopa, peixe ou frango, saladas, hortaliças, molhos e sobremesas. Outro dos aspectos mais importantes é a apresentação, a delicadeza e a arte com que cada prato chega à mesa, não faltando nunca os arranjos florais nem as frutas ou verduras cortadas nas mais artísticas e formas criativas. Quando nos sentamos num restaurante, deparamo-nos com um arco-íris de cheiros, cores e sabores capazes de cativar o mais exigente dos gourmets. continuar lendo

Sete coisas que você não sabia sobre a dolma do Chef
6Dez2017

Sete coisas que você não sabia sobre a dolma do Chef

1. Ela resfria As cozinhas em que os Chefs trabalham são geralmente quentes como o inferno. O material com que ela é feita (puro algodão), protege o corpo do calor, enquanto o Chef trabalha em um ambiente quente. No entanto, ainda é fina o suficiente para permitir que o corpo respire. Além disso, sabemos que a cor branca reflete o calor e mantém o corpo mais frio do que uma cor escura. Em um ambiente quente como a cozinha, cada grau a mais ou a menos faz diferença. 2. Ela protege As mangas compridas protegem os cozinheiros de queimaduras, quando eles trabalham com o fogão ou o forno. Além disso, o algodão absorve tanto o suor, como os líquidos na cozinha (óleo, vapor, etc.). Para se proteger, o Chef deve ser capaz de tirar a dolma rapidamente em caso de derramento de óleo quente sobre si mesmo. O algodão absorve o líquido quente e impede que queime a pele. Materiais sintéticos não possuem essa propriedade. 3. Os botões da dolma não são apenas botões Os botões redondos e encaixados (não costurados) têm um propósito específico. Botões normais podem derreter ou quebrar e pequenos fragmentos podem cair na comida. Os botões redondos são extremamente robustos e impedem que isso aconteça. Além disso, eles protegem o cozinheiro, porque dessa forma, em caso de emergência, o cozinheiro pode tirar a dolma com um movimento brusco, rapidamente, se óleo quente for derramado sobre ele. 4. Facilmente lavável A dolma branca do Chef pode ser lavada facilmente e ficar bem brancas, se lavada a 90°C e nessa temperatura, até as manchas mais difíceis desaparecem. As dolmas coloridas não podem ser lavadas e esbranquiçadas tão facilmente. 5. Reversível A dolma do Chef é mais do que uma proteção fácil de lavar, ela também pode ser usada do avesso. Se um dos lados fica manchado, pode-se simplesmente colocar o lado limpo na frente. 6. A marca registrada do Chef e um compromisso A jaqueta do Chef é também um comunicado. A declaração sobre uma profissão que nem sempre é fácil, mas pode ser extremamente satisfatória e bela. Cozinheiros usam sua jaqueta branca com orgulho e mostram que o chef profissional não é apenas um trabalho, mas uma paixão e uma vontade de servir. 7. Uniforme da brigada O simples fato de alguém usar uma dolma não significa que essa pessoa é um Chef, ele não é o único que usa uma dolma e sim o responsável pela brigada de cozinheiros e todos sabem, sem dúvida alguma, quem é o Chef. Ele não precisa colocar o nome “Chef” na Dolma. Nas fotos você pode ver melhor como se veste um verdadeiro Chef. Alguém não é Chef porque completou um curso. Ser Chef é um cargo de responsabilidade. continuar lendo

Como surgiu o hábito oriental de comer com pauzinhos?
6Dez2017

Como surgiu o hábito oriental de comer com pauzinhos?

Essa tradição milenar começou na China durante a dinastia Shang, entre 1766 e 1122 a.C. Os chineses – que antes disso usavam as mãos e a faca de caça para comer – passaram a adotar os pauzinhos como talher, pois acreditavam que era falta de educação submeter os convidados a qualquer tipo de esforço durante as refeições, como ter que cortar um alimento. Os chineses consideravam um ato bárbaro servir um frango assado ou peixe por inteiro durante as refeições, costume ilustrado por um velho provérbio: “Nós sentamos à mesa para comer, não para cortar carcaças”. Chamados kuai-tzu, os pauzinhos acabaram sendo levados por chineses também para o Japão, por volta do século VII, onde ganharam o nome de hashi. No início, os japoneses utilizavam o hashi somente para oferecer alimentos às divindades, pois as mãos eram consideradas impuras para tocar a comida dos deuses. continuar lendo

História do Sorvete
6Dez2017

História do Sorvete

A história começa com os chineses, que misturavam neve com frutas fazendo uma espécie de sorvete. Esta técnica foi passada aos árabes, que logo começaram a fazer caldas geladas chamadas de sharbet, e que mais tarde se transformaram nos famosos sorvetes franceses sem leite, os sorbets. Nos banquetes de Alexandre, o Grande, na Grécia, e nas famosas festas gastronômicas do imperador Nero, em Roma, os convidados já degustavam frutas e saladas geladas com neve. O Imperador mandava seus escravos buscarem neve nas montanhas para misturar com mel, polpa ou suco de frutas. O gelo era estocado em profundos poços construídos pelo povo. Porém, a grande revolução no mundo dos sorvetes aconteceu com Marco Polo, que trouxe do Oriente para a Itália, em 1292, o segredo do preparo de sorvetes usando técnicas especiais. Assim a moda dos sorvetes espalhou-se por toda a Itália, e quando Catarina de Medici casou-se na França com o futuro Henrique II, entre as novidades trazidas da Itália para o banquete de casamento, estavam as deliciosas sobremesas geladas, as quais, encantaram toda a corte. Mas o grande público francês só teve acesso a estas especialidades um século depois quando Francesco Procópio abriu um café, em Paris, que servia bebidas geladas e sorvete tipo sorbet. Os sorvetes se espalharam por toda a Europa e logo chegaram também aos Estados Unidos. A primeira produção de sorvete em escala industrial ocorreu nos Estados Unidos, há 40 anos. Hoje, no mundo todo, quem mais fabrica sorvete são os norte-americanos. No Brasil, o sorvete ficou conhecido em 1834, quando dois comerciantes cariocas compraram 217 toneladas de gelo, vindas em um navio norte-americano, e começaram a fabricar sorvetes com frutas brasileiras. Na época, não havia como conservar o sorvete gelado e, por isso, tinha que ser tomado logo após o seu preparo. continuar lendo

Brigadeirão

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Bombom de Travessa

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Picadinho de carne com batata

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Polvo a galega

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